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Literatura para crianças e jovens - temas contemporâneos

Literatura para crianças e jovens - temas contemporâneos (Versão 1.1)

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Na Europa do século 19, a criança era considerada um ser frágil e, nas obras literárias produzidas para ela, prevaleciam intenções morais, didáticas e pedagógicas. No século 20, a criança passa a ser vista como um sujeito ativo e curioso, cuja criatividade e autonomia devem ser estimuladas. Por um lado, essa perspectiva permitiu que o público infantojuvenil ampliasse a fruição estética; por outro, diferentes visões sobre infâncias e juventudes na atualidade geram controvérsias sobre o que deve ser apresentado literariamente a crianças e jovens, tanto no contexto escolar quanto fora dele. Tendo em vista esse cenário, o número 105 da revista Em Aberto, intitulado Literatura para crianças e jovens: temas contemporâneos, propõe análises baseadas em perspectivas teóricas relevantes para o contexto da produção, da crítica e da recepção dessa literatura. Organizado por Edgar Roberto Kirchof e Renata Junqueira de Souza, contém dez artigos que abordam a relação da literatura com a primeira infância, os temas difíceis (guerra, morte, bullying), a mediação da leitura, a poesia infantil, os contos tradicionais, os livros de imagens, o livro como objeto cultural e a educação literária. Para completar essas abordagens, a entrevista com Vera Teixeira de Aguiar faz pensar sobre vários aspectos do cotidiano que precisam estar presentes na literatura, pois esta representa simbolicamente o mundo. Na seção Resenhas, o leitor encontra a análise de dois livros: Literatura infantil brasileira: uma nova / outra história, de Marisa Lajolo e Regina Zilberman; e A literatura infantil e juvenil em língua espanhola: história, teoria, ensino, de Rosane Maria Cardoso. A última seção traz uma bibliografia comentada sobre literatura infantojuvenil.
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Versão 1.1

Última atualização por Daniel Fonseca e Caixeta
07/01/20 12:42
Estado: Aprovado
Na Europa do século 19, a criança era considerada um ser frágil e, nas obras literárias produzidas para ela, prevaleciam intenções morais, didáticas e pedagógicas. No século 20, a criança passa a ser vista como um sujeito ativo e curioso, cuja criatividade e autonomia devem ser estimuladas. Por um lado, essa perspectiva permitiu que o público infantojuvenil ampliasse a fruição estética; por outro, diferentes visões sobre infâncias e juventudes na atualidade geram controvérsias sobre o que deve ser apresentado literariamente a crianças e jovens, tanto no contexto escolar quanto fora dele. Tendo em vista esse cenário, o número 105 da revista Em Aberto, intitulado Literatura para crianças e jovens: temas contemporâneos, propõe análises baseadas em perspectivas teóricas relevantes para o contexto da produção, da crítica e da recepção dessa literatura. Organizado por Edgar Roberto Kirchof e Renata Junqueira de Souza, contém dez artigos que abordam a relação da literatura com a primeira infância, os temas difíceis (guerra, morte, bullying), a mediação da leitura, a poesia infantil, os contos tradicionais, os livros de imagens, o livro como objeto cultural e a educação literária. Para completar essas abordagens, a entrevista com Vera Teixeira de Aguiar faz pensar sobre vários aspectos do cotidiano que precisam estar presentes na literatura, pois esta representa simbolicamente o mundo. Na seção Resenhas, o leitor encontra a análise de dois livros: Literatura infantil brasileira: uma nova / outra história, de Marisa Lajolo e Regina Zilberman; e A literatura infantil e juvenil em língua espanhola: história, teoria, ensino, de Rosane Maria Cardoso. A última seção traz uma bibliografia comentada sobre literatura infantojuvenil.
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